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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

(1_EDFIS_LIC_NB_MARIANE_FERREIRA_RODRIGUES)CÁLCULO RENAL, TAMBÉM CONHECIDO COMO PEDRA NOS RINS

O cálculo renal acomete várias pessoas no cotidiano, a formação das pedras nos rins é resultado de um acumulo de cristais que existem na urina derivados de sais e minerais que se aglutinam na concentração da urina, esses cristais que são formados podem provocar dores intensas. Esse problema requer um diagnostico médico e exames frequentes de imagem.



CAUSAS 

Existem várias causas para esse problema como por exemplo: hábitos alimentares, obesidade, sedentarismo, hipertensão e dentre outros fatores. 

SINTOMAS 

Um dos sintomas mais comuns são dores respectivamente intensas ao lado do abdômen, além de dores em certas partes das costas e durante a micção, essas dores sofrem variações e podem ser agudas, fortes ou leves. 

As pessoas acometidas podem ter náuseas, calafrios, vômitos, sangue na urina e uma vontade intensa de micção a todo instante. 

TRATAMENTO 

Geralmente o tratamento é feito com prescrição médica de remédios para alívio de dor e além de que outros procedimentos médicos podem ser feitos para eliminar as pedras. 

O processo de eliminação por conta própria é muito doloroso, pois a pedra que será eliminada pelo canal do ureter, porém só ocorre quando a pedra não é grande, caso contrário, são feitos outros procedimentos médicos como: ureterolitotripsia, nefrolitotripsia percutânea e a cirurgia aberta convencional. 

Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Tb1RwLeDj3c>. Acesso em: 03 nov. 2018.

Aplicação didática:

Em uma aula sobre hábitos alimentares, com o uso de recursos audiovisuais mostraria para os alunos a importância de bons hábitos na alimentação para prevenção de doenças crônicas e a má alimentação ou ingestão excessiva de certos alimentos que podem levar a esse problema de pedras nos rins e os orientando para prática de exercícios, possibilitando aos mesmos uma vida saudável. 


Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Tb1RwLeDj3c . Acesso em: 03 nov 2018. 



Disponível em: https://medicoresponde.com.br/tag/pedras-nos-rins/ Acesso em: 03 nov 2018

(1_EDFIS_LIC_NA_Mariana_Flügel)EXERCÍCIO FÍSICOS TEM INFLUÊNCIA NO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO?




De tempos, a prática do exercício físico pelas mulheres vem sendo associada não somente a questões estéticas mas também a questões de saúde. Porém a prática quando iniciada de maneira precoce pode trazer alterações corporais significativas e nem sempre benéficas. Esportes de alto rendimento como ginástica, natação, ballet, maratonas, entre outros, levam a uma extenuação corporal. Esse excesso sobre o corpo pode trazer disfunções nas meninas pré púberes como: 

· Atraso ou não ocorrência da ovulação e menstruação; 

· Retardo da puberdade; 

· Alterações na fase lútea; 

· Início da extenuação de articulações. 

Já em pós púberes, a prática demasiada de exercícios desencadeiam mais consequências. Dentre algumas pode-se citar: 

· Distúrbios na alimentação (bulimia e anorexia); 

· Osteoporose causada pela ingestão inadequada de alimentos; 

· Disfunções menstruais (amenorreia); 

· Problemas osteomiotendineos devido a lesões continuas e a falta de cálcio nos ossos. 

Em contrapartida, a realização regular e de maneira sadia de exercícios físicos leva a fatores benéficos no corpo feminino. Em gestantes, a prática de Yoga e pilates, por exemplo, auxilia em casos de preferência por parto normal por estimular a tonificação e alongamento dos músculos. 

As atividades físicas também podem influenciar na melhoria do sistema imunológico, fertilidade, reprodutividade e como fator retardante da menopausa. Em mulheres que encontram-se já nesse período, a prática funciona como amenizador dos sintomas como irritabilidade e ondas de calor corporal. 

Aplicação didática: 
Essa temática pode ser abordada em turmas de ensino médio integrando matérias como biologia e educação física para a conscientização da prática continua de exercícios físicos de maneira saudável mostrando de maneira didática através de fotos, vídeos, desenhos, entre outros. Já no ensino superior, em formação de educadores físicos, pode-se integrar matérias como anatomia e ginástica fazendo com que os alunos disponham futuramente de uma argumentação maior para incentivar seus alunos a realizarem atividades físicas.